sexta-feira, 27 de março de 2009

À primeira ainda perdoo e nem sequer coloco aqui, mas à medida que eles vão aparecendo, tendo em conta que nem li o jornal de fio a pavio, tenho de publicar.


Na legenda desta foto, pode ler-se, primeiro, que o Diogo Infante foi director do Teatro Municipal Maria Matos entre 2006 e 2008, para imediatamente a seguir se ler «... assumiu em 2008 a direcção do Teatro Municipal Maria Matos. Saiu em 2008...». Quem quiser ler a entrevista na íntegra, está aqui.

A seguir, esta notícia da L'Oréal, onde aparece ghlklgm hkl no título. parece-me que alguém se esqueceu de apagar uns caracteres a mais...
Ambas lidas no Diário de Notícias de hoje.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Precisar

No Jornal de Letras n.º1000, escrevia Manuel Maria Carrilho: «... propor um desafio sobre a situação das políticas culturais no nosso país, com vista ao debate de que elas, a meu ver, urgentemente precisa.»
Não deveria ser «precisam»?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Em estado grave

Lido no Disco Digital

Para além do «estado do música» ser muito grave, o estado de quem escreveu a notícia não deve ser muito melhor.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A sina do Lobo

Lido no Expresso

Já não bastava ter sido apanhado pelo Jel, que supostamente o confundiu com Saramago -
aqui -, como ainda lhe chamam Anrunes.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A linguagem de Berardo

Lido na Sábado de 5 de Junho de 2008

Não sei quem foi o autor da peça, mas, provavelmente, terá ido um amigo do comendador Berardo que fala como ele e que se esqueceu que nem com o acordo ortográfico o plural de um passa a ums...

Uma carta do além

Lido na Sábado, 11 de Junho de 2008

Se há coisas que não entendo, esta é uma delas. Se a pessoa tem ideia de dizer alguma coisa, porque não o faz quando se lembra? Porquê esperar que a morte nos bata à porta? Será que somos assim tão masoquistas que gostamos de ficar a pensar no que poderia ter mudado se tivéssemos dito aquilo que tínhamos em mente na altura certa, ao invés de viver para sempre de consciência tranquila? Ou pior: será que temos tanta falta de coragem que só dizemos aos outros o que pensamos depois de morremos, para não lhes darmos hipótese de resposta?

Mas enfim, deixemo-nos de filosofia barata porque os «utilizados» que por aqui passam gostam é de erros. Ou abominam-nos, como eu...