quarta-feira, 4 de março de 2009

Precisar

No Jornal de Letras n.º1000, escrevia Manuel Maria Carrilho: «... propor um desafio sobre a situação das políticas culturais no nosso país, com vista ao debate de que elas, a meu ver, urgentemente precisa.»
Não deveria ser «precisam»?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Em estado grave

Lido no Disco Digital

Para além do «estado do música» ser muito grave, o estado de quem escreveu a notícia não deve ser muito melhor.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A sina do Lobo

Lido no Expresso

Já não bastava ter sido apanhado pelo Jel, que supostamente o confundiu com Saramago -
aqui -, como ainda lhe chamam Anrunes.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A linguagem de Berardo

Lido na Sábado de 5 de Junho de 2008

Não sei quem foi o autor da peça, mas, provavelmente, terá ido um amigo do comendador Berardo que fala como ele e que se esqueceu que nem com o acordo ortográfico o plural de um passa a ums...

Uma carta do além

Lido na Sábado, 11 de Junho de 2008

Se há coisas que não entendo, esta é uma delas. Se a pessoa tem ideia de dizer alguma coisa, porque não o faz quando se lembra? Porquê esperar que a morte nos bata à porta? Será que somos assim tão masoquistas que gostamos de ficar a pensar no que poderia ter mudado se tivéssemos dito aquilo que tínhamos em mente na altura certa, ao invés de viver para sempre de consciência tranquila? Ou pior: será que temos tanta falta de coragem que só dizemos aos outros o que pensamos depois de morremos, para não lhes darmos hipótese de resposta?

Mas enfim, deixemo-nos de filosofia barata porque os «utilizados» que por aqui passam gostam é de erros. Ou abominam-nos, como eu...

terça-feira, 29 de julho de 2008

Quem?


No Meia Hora de 15 de Maio de 2008, uma notícia que dá conta do facto do Ministério da Saúde ir investir no Serviço Nacional de Saúde (SNS) para tratar casais infertéis. Não fosse a legenda da foto referir-se à ministra como «a Ana Jorge», como se se tratasse de uma pessoa qualquer, e a peça seria perfeita.